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| Pré e probióticos associados a melhor estado antioxidante |
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A suplementação com pré- e probióticos pode reduzir o nível de biomarcadores associados ao stress oxidativo, sugerem os resultados de um estudo Europeu.
A fórmula simbiótica contendo oligofrutose (Beneo-Orafti) e uma mistura de Lactobacillus e Bifidobacterium foi associada a uma redução na oxidação das LDL, por sua vez associada ao desenvolvimento de arteriosclerose e espessamento das artérias. “A melhoria nos biomarcadores de actividade anti-oxidativa observados na suplementação simbiótica neste estudo é promissora e garante futura investigação, principalmente porque se sabe que um stress oxidativo elevado prejudica o nosso organismo”, afirmou a Drª Anne Franck, vice-presidente de investigação e desenvolvimento do Grupo Beneo. Embora já tenha sido demonstrada previamente em roedores, esta é a primeira vez que se demonstra uma associação entre simbióticos e stress oxidativo em humanos. O estudo randomisado, duplamente cedo e controlado por placebo, incluiu 53 adultos saudáveis Estonianos. Os participantes foram seleccionados aleatoriamente para receber os suplementos diários de oligofrutose (Orafti P95, 6.6 g/dia) e probióticos (Lactobacillus fermentum ME-3, Lactobacillus paracasei 8700:2 e Bifidobacterium longum 46) ou placebo (dextrinomaltose) durante 3 semanas. Os investigadores revelaram que a actividade antioxidante total dos sujeitos que receberam suplementos simbióticos foi mais elevada do que os sujeitos placebo correspondents: 42.4 vs 41.9%, respectivamente. Para além disso, os níveis de oxidação das LDL foi reduzido no grupo simbiótico, comparativamente ao grupo placebo (12.6 vs 14.6 µmol, respectivamente). As medições fecais de bifidobactérias foram também mais elevadas após a suplementação, sendo estes aumentos mais pronunciados quando os níveis iniciais eram baixos, antes do início da suplementação. As concentrações fecais de butirato foram significativamente mais elevadas no grupo simbiótico, em relação ao grupo placebo (10.0 vs 8.1 mm). “A melhoria nos marcadores de stress antioxidativo e o aumento nos níveis de bifidobactérias e butirato após a ingestão do teste simbiótico neste estudo profilático, pode garantir estudos futuros em patologias nas quais o stress oxidativo desempenha um papel (como as doenças cardiovasculares) ou em populações nas quais a composição flora intestinal tenha sido atingida”, concluíram os investigadores. Fonte: Proceedings of the Nutrition Society 2007; 66: 101A |
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