|
• Home
|
| Sumos de fruta e vegetais podem reduzir risco de Alzheimer |
|
|
|
|
Os resultados sugerem que os efeitos não se devem às vitaminas antioxidantes (vitamina C, E e beta-caroteno), mas sim aos polifenóis antioxidantes. “Estes resultados sugerem que os sumos de fruta e vegetais podem desempenhar um importante papel na doença de Alzheimer, retardando o seu aparecimento”, afirmou o autor Qi Dai do Vanderbilt University Medical Center, “Estes resultados podem levar a novas interrogações na prevenção da doença de Alzheimer”.
A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência e afecta, actualmente, mais de 13 milhões de pessoas por todo o mundo. Embora o seu mecanismo não seja claro, tem sido reunido mais suporte para aumentar a placa a partir de depósitos beta-amilóides. Os depósitos estão associados a um aumento nos danos das células cerebrais e morte celular por stress oxidativo. É contra este stress oxidativo que os polifenóis parecem oferecer protecção.
Os investigadores seguiram 1836 indivíduos sem demência (idade média de 72 anos, 54% de mulheres) na população de Seattle e recolheram informação acerca do seu consumo de fruta e vegetais através de um questionário de frequência alimentar. A função cognitiva foi avaliada a cada dois anos, durante 10 anos.
Os indivíduos que consumiam sumos três ou mais vezes por semana revelaram 76% menos probabilidade de desenvolver os sinais da doença de Alzheimer do que aqueles que consumiam menos de um sumo por semana (tendo em conta a vitamina A, E e beta-caroteno).
“Estes resultados identificam a possibilidade de que outros elementos benéficos subjacentes possam contribuir para o risco reduzido da doença. (...) Para além disso, estudos animais e de culturas celulares confirmam que alguns polifenóis presentes em sumos revelaram um efeito neuroprotector mais forte do que as vitaminas antioxidantes”, disse Qi Dai. No entanto, uma limitação do estudo, e uma área para futuras investigações, é a falta de dados relativos aos tipos específicos de sumos.
Fonte: The American Journal of Medicine 2006; 119: 751-759. |
||
| < Anterior | Seguinte > |
|---|



